Mentirosos


Este livro foi lido para o Desafio Literário Skoob 2015, onde em abril eu deveria ler um livro relacionado á mentira.





Cadence vem de uma família rica, chefiada por um patriarca que possui uma ilha particular no Cabo Cod, onde a família toda passa o verão. Cadence, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat (os quatro "Mentirosos") são inseparáveis desde os oito anos. Durante o verão de seus quinze anos, porém, Cadence sofre um misterioso acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos, tentando juntar as lembranças sobre o que aconteceu. "Emocionante, bonito e devastadoramente inteligente, 'Mentirosos' é absolutamente inesquecível." - John Green, autor de "A culpa é das estrelas" "Uma história assombrosa sobre como as famílias vivem suas próprias mitologias. Triste, maravilhosa e real." - Scott Westerfeld, autor de "Feios"


Cadence, também conhecida como Cady é a neta mais velha da família Sinclair, e como todos os seus parentes deve manter um máscara constante de perfeição em qualquer momento e situação. A família Sinclair passa todos os verões em sua ilha particular, onde Cady junto aos seus três amigos formam um grupo inseparável, a quem a família apelidou de mentirosos. O verão é o ponto alto na sua vida, pois é o único momento do ano em que ela se comunica com os mentirosos, e se divertem muito aprontando na ilha. A história começa quando Cady, aos seus dezessete anos ainda não descobriu o que aconteceu na ilha quando tinha quinze . Os acontecimentos foram apagados de sua memória, e a única certeza que tem é de que sofreu um acidente que a deixou com terríveis dores de cabeça, que ninguém de sua família quer contar o que realmente aconteceu, nenhum dos mentirosos respondem suas mensagens, assim como seu pai a mantém longe da ilha durante todo o próximo verão. Quando sua mão finalmente a deixa voltar para a ilha, Cady se esforça para tentar se lembrar o que houve no verão em que tinha quinze, e a verdade não é realmente nada do que ela poderia ter imaginado.

Narrado em primeira pessoa por Cadence, Mentirosos teve um enredo que fluiu levemente,  cheio de metáforas, mas ao mesmo tempo escrito de maneira tão simples que me fez terminar o livro bem antes do esperado.  Mesmo alternando passagens do presente e do passado a autora soube desenvolver e história de maneira tão coerente que em momento algum eu me senti perdida no decorrer da história.

Os personagens tiveram todos características bem únicas, e a história foi realmente diferente dos livros que li nesse mesmo tema. O fim foi realmente surpreendente, e a medida em que as peças desse mistério iam se formando eu realmente precisava parar para respirar, pois esse livro foi de me tirar o fôlego.n
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Sorte ou Azar

Este livro foi lido para o Desafio Literário Skoob 2015, onde em março eu deveria ler um livro escrito por uma mulher.



A única coisa que Jean Honeychurch odeia mais do que seu nome sem graça (que em alguns lugares é até nome de menino) é seu muito apropriado apelido, Jinx. Ou seja, pé-frio, azarada... E de fato, a falta de sorte parece perseguir Jinx aonde quer que ela vá – e por isso ela está tão animada com a mudança para a casa dos tios, em Nova York. Talvez, do outro lado do país, Jinx consiga finalmente se livrar da má sorte. Ou, pelo menos, escape da confusão que provocou em sua pequena cidade natal. Mas definitivamente os problemas seguem a ruivinha até Manhattan. Sua prima, Tory, não está nada feliz em ter a ovelha negra da família por perto. Bela, glamorosa e nada parecida com a jovem brincalhona que Jinx se lembrava dos tempos de criança, Tory também esconde um perigoso segredo – e está certa que Jinx é capaz de descobri-lo.
Há algum tempo praticando pequenos feitiços. Ao perceber que a prima, além dos cabelos ruivos, pode também ter herdado os poderes de uma antepassada, a convida para integrar seu grupo de bruxas. Mas Jinx sabe que fazer feitiços pode ser perigoso e recusa, despertando a ira da deslumbrada Tory, que planeja vingança. As coisas pioram quando Jinx se aproxima de Zach, um gato por quem Tory é apaixonada. Ele e prima Jean de Iowa (como o menino carinhosamente a chama) vão juntos para a aula de educação física, conversam sobre tudo e surge até um convite para o baile da primavera – só como amigos, afinal ele parece gostar de outra pessoa...
Rapidamente, Jinx percebe que não é apenas da má sorte que está fugindo. É de algo muito mais sinistro... Será que sua falta de sorte é, na verdade, um dom, e a profecia sob a qual ela viveu desde o dia que nasceu é a única coisa que poderá salvá-la?


Narrado em primeira pessoa poe Jean, que com sua personalidade divertida me fez dar boas risadas.



O negócio é que minha sorte sempre foi um horror. Olha só o meu nome: Jean. Não Jean Marrie, nem Jeanine, Jeanette ou mesmo Jeanne. Só Jean. Sabe que na França os garotos são chamados de Jean? É João em francês. Tudo bem, não moro na França. Mas mesmo assim. Sou basicamente uma garota que se chama João. Pelo menos seria, se eu morasse na França.

Os personagens foram muito bem feitos, cada um com uma personalidade bem própria.

A história é leve e curta, o que me permitiu ler o livro em apena um dia.

Este livro seria indicado para quem procura uma leitura leve e rápida.
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O Diário da Princesa

Este livro foi lido para o Desafio literário I Dare You, onde no Março eu deveria ler um livro Chick Lit.
 

Mia Thermopolis, uma garota nova-iorquina comum, descobre, de repente, ser a herdeira de um reino europeu. Ela vai, então, morar com seu pai, para aprender a agir como a verdadeira nobre que é. Mas sua avó, a velha princesa Genovia, acha que ela tem muito a aprender antes de poder subir ao trono. Um grande romance que chega às telas em uma produção dos estúdios Disney.


Contada pelo ponto de vista de Mia, através de seu diário, o livro segue a grande reviravolta que ela teve em sua vida ao descobrir ser uma princesa.

Mia é uma personagem sarcástica e divertida,  a maneira como ela escreve em seu diário nos parece que estamos lendo o diário de nossa melhor amiga, o que em muito ajudou na maneira como fluiu a leitura do livro.

O livro me fez dar boas risadas, tanto pelo modo sarcástico de Mia quanto pelas situações embaraçosas em que ela se mete.


Este livro seria indicado para quem esta começando a ler, para pré adolescentes e para quem, assim como eu já cresceu, mas ainda cultiva sua alma de criança.
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Os Adoráveis

Este livro foi lido para o Desafio literário I Dare You, onde no Fevereiro eu deveria ler um livro relacionado á comédia.


Jeane é blogueira. Seu blog, o Adorkable, é um blog de estilo de vida — na verdade, o estilo de vida dela — e já ganhou até prêmios na categoria “Melhor Blog sobre Estilo de Vida” pelo e Guardian e um Bloggie Award. Adora balas Haribo, moda (a que ela cria, comprando em brechós) e colorir (ou descolorir totalmente) os cabelos. Cheia de personalidade e meio volúvel, ainda assim Jeane é bacana — mesmo nos momentos em que se transforma numa insuportável. Mas, certamente, ela não olharia duas vezes para Michael. Porque Michael é o oposto de Jeane. Ele é o tipo de cara que namoraria a garota mais bonita da escola. E compra suas roupas na Hollister, na Jack Wills e na Abercrombie. Além disso, diferente de Jeane, que é autossuficiente, Michael é completamente dependente do pai, o Clínico Geral que condena açúcar, e ainda permite que sua mãe compre suas roupas! (Embora, para Jeane, o pior mesmo sobre Michael é que ele baixa música da internet e nunca paga por isso). Jeane e Michael têm pouco em comum, além de algumas aulas e uma maçante dupla de “ex” — Scarlett e Barney. Mas, apesar disso, eles não conseguem se desgrudar desde que ¬ ficaram pela primeira vez.


Contata em primeira pessoa a narrativa é alternada entre os pontos de vista de Jeane e Michael.Os personagens não foram muito bem evoluídos, o que tornou difícil eu me identificar com algum deles, mas os dois principais tiveram uma personalidade bem própria.


Jeane não gosta de seguir os padrões da sociedade, o que faz com que ela seja excluída na escola, e não tenha muitos amigos na mesma. Ela luta por sua liberdade de expressão, pela quebra dos preconceitos, mas ela é a primeira a julgar e apontar o dedo para o defeto de outras pessoas, o que me pareceu uma forma de proteção onde ela ataca as pessoas com palavras, antes de ser atacada.
Ela se mostrou uma personagem bem madura em alguns pontos, mas em outros eram perceptíveis que o seu lado maduro era um escudo que ela levantou para se proteger do mundo, e diminuir o fato de que seus pais não são muito presentes em sua vida.
Foi uma personagem de quem gostei, apesar de sua facilidade em julgar os outros, e se mostrar ser bem arrogante. Ela também foi bem divertida como nos momentos onde ela twitava muitos acontecimentos de sua vida, inclusive na cena onde se machucou e se preocupou em twitar o ferimento antes de aceitar qualquer ajuda médica.


Michael no início me pareceu aqueles típicos garotos chatos e certinhos que não podem ver nada além deles, mas ao decorrer da história pude perceber que ele tinha uma personalidade mais forte do que isso, apesar de continuar o garoto certinho.


O livro foi bom, apesar de alguns personagens me irritarem em vários momentos, a história é bem leve e engraçada, não havendo romance meloso nem os dramas clichês dos romances adolescentes. O casal no início se parece com algo que nunca irá dar certo, mas ao desenvolver da história é perceptível que um complemento o outro, e enquanto Jeane influencia Michael a ser mais solto e ás vezes quebrar as regras, Michael é de grande ajuda no desenvolvimento de Jeane, a ensinando a ser menos julgadora e aceitar a todos como são.


Eu indicaria esse livro para quem goste de romance leve, e tenha paciência para aturar algumas ações irritantes dos personagens no decorrer da história.
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Torno de Vidro

Este livro foi lido para o Desafio Literário Skoob 2015, onde no mês de Fevereiro eu deveria ler um livro de fentasia. 





Depois de cumprir um ano de trabalhos forçados nas minas de sal de Endovier por seus crimes, Celaena Sardothien, 18 anos, é arrastada diante do príncipe. Príncipe Dorian lhe oferece a liberdade sob uma condição: ela deve atuar como seu campeão em um concurso para encontrar o novo assassino real. Seus adversários são ladrões e assassinos, guerreiros de todo o império, cada um patrocinado por um membro do conselho do rei. Se ela vencer seus adversários em uma série de etapas eliminatórias servirá no reino durante três anos e em seguida terá sua liberdade concedida. Celaena acha suas sessões de treinamento com o capitão da guarda Westfall desafiadoras e exaustivas. Mas ela está entediada com a vida da corte. As coisas ficam um pouco mais interessantes quando o príncipe começa a mostrar interesse por ela... Mas é o rude capitão Westfall que parece entendê-la melhor. Então um dos outros concorrentes aparece morto rapidamente seguido por outros... Pode Celaena descobrir quem é o assassino antes que ela se torne a nova vítima? A medida que a investigação da jovem assassina se desenrola a busca por respostas a leva descobrir um destino maior do que ela jamais poderia ter imaginado.


Contada em terceira pessoa, o Trono de Vidro segue variados personagens, sendo a principal, a assassina Celaena.
Ambientada no reino de Erilea, a trama segue uma competição entre vinte e três assassinos, onde onde o vencedor será o assassino do rei, e terá seus crimes perdoados.


Os personagens principais foram muito bem desenvolvidos, mas os personagens secundários pareceram poco evoluídos.


Celaena foi uma personagem que me surpreendeu por sua personalidade leve e divertida, o que não é esperado quando falamos de um assassino. Ela foi retratada de um jeito bem realista, com medos e defeitos, mas houve também um lado inteligente sarcástico que nos mostrava facetas diferentes em um mesmo personagem.


O príncipe Dorian não teve muito de sua personalidade mostrada, o que me impediu ter ter uma opinião concreta a respeito dele, ao contrario de seu amigo Chaol, o Capitão da guarda, que teve vários diálogos divertidos com Celaena, e a maneira como a sua desconfiança, e até mesmo um certo desprezo quanto á ela, vão evoluindo para algo mais.
Eu diria que o livro foi ótimo, apesar de ter menos ação do que pensei que teria. Acho que os pequenos "defeitos " que achei na história, que foi o pouco desenvolvimento dos personagens secundários serão resolvidos nos demais livros da série.


Eu indicaria este livro para aqueles que procuram por fantasia épica e gostam de livros com heroínas fortes.
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A 5ª Onda

Este livro foi lido para o Desafio Literário Skoob 2015, onde no mês de Janeiro eu deveria ler o último livro que eu ganhei, comprei ou peguei emprestado.



Depois da primeira onda, só restou a escuridão. Depois da segunda onda, somente os que tiveram sorte sobreviveram. Depois da terceira onda, somente os que não tiveram sorte sobreviveram. Depois da quarta onda, só há uma regra: não confie em ninguém. Agora inicia-se A QUINTA ONDA. No alvorecer da quinta onda, em um trecho isolado da rodovia, Cassie foge deles. Os seres que parecem humanos, que andam pelo campo matando qualquer um. Que dispersaram os últimos sobreviventes da Terra. Cassie acredita que, estar sozinho é estar vivo, até que conhece Evan Walker. Sedutor e misterioso, Evan Walker pode ser a única esperança de Cassie para resgatar seu irmão — ou até a si mesma. Mas Cassie deve escolher entre a esperança e o desespero, entre a rebeldia e a entrega, entre a vida e a morte. Entre desistir ou contra atacar.

O livro é narrado por pontos de vista diferentes, os principais sendo Cassie, e Ben. Um livro ambientado em um ambiente apocalíptico, onde os inimigos são extraterrestres que se passaram por seres humanos e são conhecidos como os Outros.

Os personagens foram muito bem construídos, ao invés de serem mostrados como heróis corajosos e com grandes habilidades de sobrevivência, a maioria são pessoas reais que inicialmente não sabem atirar ou mesmo como sobreviver em um mundo tão hostil no qual não se pode confiar em ninguém, mas são personagens fortes pela maneira como sobrevivem com o que sabem e as poucas coisas que possuem.

A primeira regra para sobreviver à 4ª Onda é não confiar em ninguém, não importa qual a sua aparência. 

Cassie (não Cassie de Cassandra, ou Cassie de Cassidy, mas Cassie de Cassiopeia) é a personagem com maior destaque no livro, uma adolescente que perde parte da família, e sua motivação para seguir em frente é encontrar seu irmão menor Sammy, apesar de nem mesmo saber se existe mais alguma pessoa viva no mundo, além dela. Algumas de suas atitudes são realmente idiotas, mas sua motivação e a maneira como os próprios erros fazem com que a personagem evolua nos faz torcer pra ela, querendo que de tudo certo.

Às vezes, acho que sou a última pessoa na Terra.

Ben  (mas tarde apelidado de zumbi) também tem muitos capítulos narrados por seu onto de vista. Eu o considerei o personagem mais forte, poi ele não tinha ninguém como motivação sobreviver, mas ele encontra forças para sobreviver por si mesmo.

“Vou lhe ensinar a amar a morte. Vou esvaziar o seu sofrimento, culpa e autopiedade, e enchê-lo de ódio, desprezo e espírito de vingança, Vou fazer minha última declaração aqui, Benjamin Thomas Parish.”


Há mais dois personagens que possuem capítulos por seus pontos de vista, sendo um deles Evan, que foi o personagem de quem mais gostei (mas qualquer informação sobre ele seria spoiler).

Um homem de poucas palavras esse Evan Walker.


Eu fiquei o livro todo tentando adivinha o que seria a quinta onda, para chegar o final e ser algo completamente diferente do que imaginava, mas foi tão coerente com os acontecimentos do livro que depois fiquei me perguntado como não havia pensado naquilo antes?
Completamente ansiosa para ler o segundo livro, e torcendo para que algo que parece ter acontecido no final deste livro não tenha realmente acontecido.

Este livro seria indicado para quem goste de livros de ficção com temas apocalípticos, que prenda o leitor desde o início, com reviravoltas e que provocam emoções intensas.
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Anna e o Beijo Francês

Este livro foi lido para o desafio I Dare you, onde eu deveria ler um livro relacionado a férias,




Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer? 



 Narrado em primeira pessoa pela própria Anna, o livro nos leva diretamente até paisagens encantadoramente belas de Paris pela forma como a autora nos apresenta os cenários.

Anna em primeiro momento aparenta ser como a maioria das outras garotas mostradas em romance: insegura e se sentindo injustiçada pela própria vida. Mas conforme o enredo se desenvolve, e ela vai perdendo sua insegurança, podemos notar como sua personalidade realmente é, o que nos leva a nos identificar e até mesmo torcer pela felicidade dela.
Étienne St. Clair é um personagem em que sou incapaz de descrever perfeitamente em palavras,  além do fato dele ser incrivelmente romântico, simpático e possui um bom senso de ética. Por outro lado ele se demonstra inseguro, tendo medo do que pode acontecer sempre que houver alguma mudança significativa em sua vida, se tornando acomodado com seu namoro.

O enredo foi muito bem evoluído, mesclando momentos engraçados e tristes. O que me agradou foi a forma como o romance foi abordado, mostrado primeiramente a amizade (apesar de haver química quando eles se conheceram), lentamente se tornando amor, sem parecer forçado. De todos os romances que li até agora, esse com certeza foi meu favorito.


Este livro seria indicado para quem procure um romance leve, que mesmo sem haver nenhum acontecimento muito relevante, seja bem interessante de ler.
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